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Conhecer o cabelo

 Conheça o seu cabelo

 

O Verão pode fazer grandes estragos nos cabelos: o sol, a transpiração, o cloro e a própria água do mar são os principais agentes destruidores daqueles fios que, afinal, são a moldura do rosto. Saiba como e proteja-os como protege a pele.

Já nos habituámos a proteger a pele dos efeitos nocivos dos raios solares, sensibilizados que estamos para a questão do cancro cutâneo, mas ainda não entrou na nossa rotina de Verão o cuidado com os cabelos. Não adianta chegar ao fim das férias e exigir do cabeleireiro um tratamento intensivo. Há que começar a cuidar deles quando o calor aperta. O sol, o vento, a poluição, a água do mar, a transpiração, o cloro das piscinas, os ganchos que usamos para prender o cabelo... todos têm uma palavra a dizer quando se trata de deixar o cabelo sem graça e sem força. Vejamos como um a um:

Água do mar - Quando o sol escalda na pele, é difícil resistir a um mergulho. Depois, é costume deixarmos o cabelo secar por si. Mas é um erro: logo três minutos depois, os raios ultravioletas reagem com o sal, decompondo a camada protectora dos fios e pigmentos, que ficam mais porosos, quebradiços e descolorados. O ideal seria passar os cabelos por água doce após cada mergulho no mar.

Vento - Com a aragem mais forte, os cabelos vão perdendo uma camada de protecção natural, uma espécie de gordura, sem a qual ficam embaraçados e com a aparência de arrepiados. Um gel sem álcool ajuda a minimizar estes estragos.

Poluição - O fumo e as poeiras fixam-se nos fios com a "ajuda" do suor, deixando os cabelos pesados e sem brilho. Champôs próprios para eliminar resíduos são recomendáveis, mas a alternativa pode ser lavá-los com água e uma colher de bicabornato de sódio dissolvida.

Sol - A exposição excessiva ao sol faz o mesmo ao cabelo do que à pele: provoca o envelhecimento.Ficam secos, quebradiços e sem brilho, pelo que no Verão deve procurar cobri-los com um chapéu e usar um champô com filtro solar.

Transpiração - O suor pode alterar o pH natural do couro cabeludo, deixando-o mais ácido e mais sensibilizado e, por isso, mais susceptível a lesões ou queimaduras. Outro problema é o aparecimento de caspa.

Cloro - A água da piscina deixa os cabelos duros e difíceis de pentear. Nos cabelos pintados, o cloro, ou melhor o sulfato de cobre usado no seu tratamento, reage com a água oxigenada das tintas, podendo dar origem a laivos esverdeados. Por isso, na piscina, deve nadar-se sempre de touca.

Ganchos - Os ganchos e elásticos que se usam para prender os cabelos quebram os fios, pelo que devem ser evitados. Se for mesmo necessário, não os use sempre no mesmo lugar.

Cabelos fracos, frágeis e baços não acontecem só devido aos estragos do Verão. São também o reflexo da nossa saúde, sinais de um organismo fatigado ou carenciado. Por isso, cabelos saudáveis são sempre uma boa notícia.

 

Pecados capilares

É preciso mimar os cabelos para que eles tenham um aspecto saudável o ano inteiro. Saiba quais os "pecados" a não cometer:

  • Comer mal: Enfraquece e desnutre as raízes, propiciando a queda do cabelo.
  • Dormir com os cabelos molhados: Tensiona os fios, tornando-os mais frágeis e quebradiços.
  • Usar exageradamente o secador: Enfraquece os fios e deixa o cabelo mais seco.
  • Lavar os cabelos com água muito quente : Ao princípio, o cabelo fica mais oleoso porque o calor estimula as glândulas sebáceas, mas depois fica ressecado e os fios passam a quebrar com facilidade.
  • Lavar os cabelos diariamente: Activa a oleosidade, deixando o cabelo opaco.
  • Pentear com agressividade: Rebenta os fios, fazendo com que fiquem cada vez mais quebradiços.

 

Conheça os seus cabelos

Os cabelos crescem entre 12 a 15 centímetros por ano, durante cerca de cinco a seis anos. Findo este período, começam a cair e são substituídos por novos, que nascem após três a quatro meses de repouso. Este processo é permanente, havendo sempre cabelos que estão no fim do seu ciclo de vida e outros que começam a nascer. Um vilão chamado sol Se não acredita que o sol é o vilão desta história, leia o que os raios solares podem fazer ao cabelo.

A radiação ultravioleta atinge em cheio a camada mais externa do fio, a cutícula, que é formada por micro-escamas, posicionadas umas por cima das outras. Quando elas se abrem, o cabelo só tem a perder: diminui a água e a oleosidade natural, responsáveis pela hidratação do cabelo, e vai embora parte da queratina, a proteína que lhe dá brilho e forma. Diminuem também os pigmentos que dão cor ao fio, e as ceramidas, responsáveis pela integridade das micro-escamas e que funcionam como uma espécie de cimento intercelular. Com esta transformação na sua estrutura, não admira que o cabelo fique seco, opaco, desbotado, quebradiço e sem brilho.

Fonte: ANF

Queda de cabelo

 Queda de cabelo um problema de todos

 

Se o cabelo é um símbolo da nossa personalidade, a falta dele também o é. O problema da queda de cabelo tornou-se hoje em dia numa fonte de grande negócio, uma vez que toca a todos. Homens, mulheres e crianças todos os dias têm a experiência da queda de cabelo. Desde o simples pentear à lavagem de cabelo, tudo serve de exemplo para ilustrar o que se passa com o cabelo. Diz-se cientificamente que cerca de 50 a 100 cabelos caem diariamente e são substituídos por novos. A maior parte das pessoas não dá conta desta enorme quantidade de cabelo que cai todos os dias. No entanto, quando este desaparece definitivamente ou quando a quantidade de cabelo que cai é muito superior, aí a situação torna-se perceptível.

A definição para queda de cabelo refere-se a diferentes problemas, desde a falta de cabelo moderado à calvície completa. Clinicamente, existem seis tipos de queda de cabelo: "telogen effuvium", queda como efeito secundário de um medicamento, sintoma da presença de uma doença, "tines capitis", calvície de foro traumático e a forma padrão de calvície. A queda de cabelo de tipo "telogen effluvium" é generalizada e difusa. Ocorre dois a três meses após uma fase de grande stress, como por exemplo um período prolongado de febre alta ou uma cirurgia. A perda de cabelo também pode ser o efeito secundário de um tratamento com certos tipos de medicamentos à base de lítio, anti-coagulantes, anfetaminas ou medicamentos usados na prevenção do cancro. Em certas situações como o lupus, perturbações na tiróide, desequilíbrio das hormonas sexuais, metástases ou problema nutricional, a calvície pode traduzir-se num dos sintomas mais visíveis. Como último exemplo e, provavelmente, o mais comum entre a população masculina, é o modelo padrão de calvície.

Este é o caso mais comum de queda de cabelo, e pode começar em qualquer idade. É normalmente causado pela interacção de três factores: herança genética, hormonas masculinas e idade avançada. As mulheres não estão livres de terem calvície. No entanto, nos casos em que esta aparece a forma é diferente da dos homens. Porquê? A queda de cabelo pode ter diversas origens, desde a doença até à falta de certos nutrientes, mas a calvície tem como única causa a herança genética denominada calvície androgenética. Em todos estes casos, o que ocorre é um distúrbio nos folículos do couro cabeludo que vão causar a queda total ou parcial do cabelo. Quando uma mulher está grávida, acontece que a perda de cabelo não é tão densa como quando não está. No entanto, depois do parto há a possibilidade da mulher vir a ter largas perdas de cabelo, o que é normal, pois os cabelos estão a entrar na sua fase de renovação. As febres altas, assim como infecções graves e constipações, são situações em que podem também ocorrer quedas de cabelo. Se está com febre ou sente-se débil e o seu cabelo está mais fraco, não se preocupe: é normal. A tiróide, glândula responsável pelo crescimento, vem incluída na lista das causas da queda do cabelo.

 

Boa alimentação... bom cabelo

Uma alimentação cuidada e equilibrada pode estar na origem de uma forte cabeleira, pois é através dos nutrientes que retiramos dos alimentos que esta se rejuvenesce.

Já referimos anteriormente que existem certo tipo de medicamentos que causam uma diminuição de cabelo temporária. Nestes casos, não nos devemos preocupar em demasia com o efeito secundário do tratamento, visto este ter normalmente esta consequência. Em casos como o cancro, é mesmo inevitável não se perder cabelo visto a quimioterapia e a radioterapia originarem distúrbios hormonais que vão causar a queda. Lavar o cabelo em excesso assim como seguir à risca aquela ideia das 100 escovadelas por dia não é de todo aconselhável para a saúde dos seus cabelos. Opte por usar um champô mais suave, que não seja agressivo para o seu couro cabeludo e evite ao máximo usar secadores, pois estes só enfraquecem o cabelo.

 

O tratamento do cabelo

Hoje em dia, já são muito vulgares os tratamentos contra a perda de cabelo. Se ainda não sofre desta praga o melhor é mesmo prevenir.

No entanto, cada caso é um caso, e se porventura sofre de queda do cabelo, deverá aconselhar-se com o seu médico, que o ajudará a identificar as causas e lhe indicará o tratamento mais adequado ao seu caso. Mesmo assim, deixamos algumas ideias úteis para o tratamento do seu cabelo: Não deixe que o stress acabe com a sua bela cabeleira. Reduza os seus efeitos praticando desporto e fazendo uma alimentação equilibrada e cuidada, rica em vitaminas. Tente não abandonar o tratamento a meio. Lembre-se que é para seu bem e que uma vez terminado o seu cabelo voltará a ter aquele aspecto saudável que tanto deseja. Se se trata de um caso de fungos no couro cabeludo, a solução passa por um tratamento específico. Além disso, deverá manter o cabelo sempre limpo. Lembre-se que não deve nunca partilhar chapéus, pentes ou escovas. Muitos homens e mulheres que sofrem de calvície "crónica" estão satisfeitos ou melhor, acostumaram-se ao seu novo visual, não se preocupando por isso em fazer nenhum tratamento contra a queda do cabelo. Afinal de contas, é tudo uma questão de hábito. E, como diz o ditado, é dos carecas... que elas gostam mais!

Fonte: ANF

Sabe cuidar do seu cabelo?

 Sabe cuidar do seu cabelo?

 

São gestos que se repetem sem pensar, pelo que aqui ficam algumas regras para uns cabelos bem lavados:

- Molhe ligeiramente os cabelos, deite um pouco de champô na mão, e não directamente sobre a cabeça;

- Reparta o champô pelas duas mãos e aplique-o sobre a cabeça com os dedos bem abertos, de modo a fazer chegar o máximo de champô às raízes;

- Massaje docemente para levantar as impurezas, mas sem agredir o couro cabeludo. Os cabelos compridos lavar-se-ão naturalmente, à medida que a mousse vai descendo;

- Emulsione o champô, adicionando-lhe alguma água, a pouco e pouco, até que se transforme numa espécie de mousse. Quando isso acontece quer dizer que os cabelos estão lavados. Se não, pode ser necessário aplicar uma segunda dose.

- Passe água sobre os cabelos em abundância, até que todo o champô desapareça.

Et voilà!

Piolhos

 Piolhos - hóspedes indesejáveis

 

São assim os piolhos: hóspedes indesejáveis na cabeça de pequenos e graúdos. Não são um problema de saúde, mas incomodam e muito.

Chama-se pediculose à infestação por piolhos. Acontece com mais frequência nas crianças, porque a proximidade física entre elas propicia a propagação, mas os adultos não estão a salvo, até porque basta um piolho para, em poucos dias, toda uma família ser assaltada pela comichão típica da pediculose.

Como não tem asas, o piolho não voa nem salta. Mas isso não limita a sua capacidade de passar de uma cabeça para outra. Desliza à boleia dos fios de cabelo ou de objectos como bonés, pentes e escovas, ganchos ou fitas. E até as toalhas, as almofadas e os lençóis servem de intermediário para atingirem um novo hospedeiro.

Nos cabelos, o piolho encontra abrigo e alimento. Escondido, agarra-se ao couro cabeludo, de cujo sangue se alimenta. As suas seis pernas curtas estão, aliás, adaptadas a esta forma de sobrevivência, tal como a boca está preparada para picar a pele e sugar o sangue através desse minúsculo orifício. A cada picadela, injecta uma espécie de anestesia e um anticoagulante que – como o nome indica – visa impedir que o sangue coagule e, assim, facilitar a sua alimentação.

Rapidamente, um único piolho se multiplica. Diariamente, põe seis a oito ovos, que se colam aos cabelos – são as lêndeas. Sete a dez dias mais tarde, esses ovos – semelhantes a glóbulos quase microscópicos – eclodem, deles nascendo novos insectos. Desse processo fica uma espécie de casca vazia de cor pérola, mais fácil de localizar mas mais difícil de remover do que os piolhos.

Cada piolho sobrevive 20 a 30 dias no cabelo, mas é tempo mais do que suficiente para causar muito incómodo. Um incómodo de dimensão muito superior aos cerca de quatro milímetros que estes insectos apresentam, em média.

 

Comichão, muita comichão...

Quando algo vai mal no reino capilar e a culpa é da pediculose o gesto mais imediato é coçar. A comichão é mesmo muito intensa, quase incontrolável e deve-se ao líquido anticoagulante que os piolhos injectam na pele. Enquanto eles se alimentam, o incómodo aumenta: levam-se as mãos à cabeça na tentativa de lhe pôr fim, mas na verdade o alívio é apenas momentâneo. E, além disso, de tanto coçar, corre-se o risco de causar escoriações na pele, que se podem complicar com infecções bacterianas.

As crianças são as principais vítimas da pediculose, seguindo-se as mulheres e só depois os homens. Esta hierarquia prende-se, em primeiro lugar, com a proximidade que existe entre os mais pequenos, no infantário, na escola ou mesmo no parque infantil. Já a distinção entre sexos, advém provavelmente do facto de, tradicionalmente, o corte de cabelo masculino ser mais curto, com os pêlos mais rentes, o que os torna menos atractivos para os piolhos.

Ainda assim, a verdade é que os piolhos não revelam grandes preferências: não lhes importa a idade nem o sexo dos hospedeiros, nem sequer o estado de higiene dos cabelos. Há quem pense que surgem apenas em cabelos pouco limpos, o que explica o embaraço associado à pediculose. Mas na verdade eles também gostam de asseio.

 

Piolhos à distância

A facilidade com que os piolhos se propagam faz com que seja fundamental atacar o problema o mais cedo possível. Antes de mais, há que estar atento aos sinais de incómodo, sobretudo agora que é tempo de regresso às aulas. As crianças voltam a estar juntas, o que aumenta o risco.

Assim, há que vigiar atentamente a cabeça dos mais pequenos. Pode acontecer que eles não se queixem, apesar de sentirem irritação do couro cabeludo. Mas acabam por se coçar com mais regularidade e intensidade do que habitualmente.

Uma inspecção ao couro cabeludo é suficiente para fazer o diagnóstico. O passo seguinte é tratar, recorrendo a um champô anti-parasitário com o qual se lava a cabeça, de preferência à noite, prestando especial atenção à zona atrás das orelhas e à nuca, os locais preferidos para os bichinhos instalarem os seus ninhos. Uma vez lavada a cabeça, há que pentear os cabelos com um pente fino, com intervalos apertados entre os dentes. Existem pentes específicos para esta função, disponíveis na farmácia.

Após a aplicação dos produtos, deve lavar-se muito bem as mãos e evitar que entrem em contacto com olhos, nariz e boca. É que possuem agentes químicos que podem ser irritantes. E no dia seguinte, deve lavar-se a cabeça como habitualmente, já não com o champô anti-parasitário, cujas aplicações devem ser intervaladas em pelo menos sete dias.

Como os piolhos podem invadir roupas e outros objectos pessoais que estejam em contacto com a pele, há que lavar tudo a 60º, desde os lençóis aos bonés, passando pelos pentes. É a única forma de os eliminar, na medida em que são capazes de sobreviver durante algum tempo fora do couro cabeludo.

O tratamento deve estender-se a toda a família, dado o elevado risco de contágio. Todavia, há que acautelar o uso indiscriminado destes produtos, porquanto pode causar resistência nos piolhos. Além disso, a sua composição química pode danificar o couro cabeludo e os cabelos, pelo que não devem ser usados na higiene regular.

É difícil prevenir o aparecimento de piolhos. Eles chegam de surpresa e instalam-se de armas e bagagens no couro cabeludo, pelo que a melhor defesa ainda é manter uma vigilância rigorosa da cabeça, sobretudo se há crianças em casa. No banho, uma espreitadela mais minuciosa ao cabelo pode ser fundamental para intervir a tempo e evitar que toda a família seja vencida pela vontade de coçar, coçar, coçar...

 

Champô e pente, armas anti-piolhos

O método para eliminar os piolhos do couro cabeludo conjuga a aplicação de um produto anti-parasitário, que os mata, e um pente próprio, que os remove:

• Lava-se o cabelo com o champô ou loção, seguindo as instruções de uso;

• Desembaraça-se o cabelo ainda húmido, dividindo-o em secções;

• Coloca-se uma toalha branca sobre os ombros, de modo a que os piolhos e lêndeas fiquem visíveis ao cair;

• Com o pente de dentes muito finos, escova-se cada madeixa, da raiz às pontas;

• A cada passagem, limpa-se o pente a um lenço de papel branco;

• Esta operação pode ser repetida as vezes suficientes para deixar a cabeça livre de piolhos, mas os produtos só se podem aplicar novamente uma semana depois.

Fonte: ANF

Caspa

 Caspa - Liberte os seus cabelos!

 

A caspa é um problema comum mas não há razão para viver com este desconforto. Existem várias alternativas para eliminar as desagradáveis partículas brancas que marcam o couro cabeludo. 

Quando se pensa em caspa, pensa-se quase sempre nas pequenas partículas brancas que se libertam do couro cabeludo e caiem sobre os ombros. Mas, na verdade, a caspa pode apresentar características distintas de acordo com a sua origem e gravidade. Podem, assim, ser considerados dois tipos de caspa:

Oleosa – corresponde a uma manifestação da dermatite seborreica, doença de causa desconhecida. Nesta existe um fenómeno inflamatório causado pelo excesso de oleosidade devido à presença aumentada de certos fungos. Este desequilíbrio pode ser causado por variações hormonais, ou stresse. O resultado é vermelhidão e comichão intensa do couro cabeludo, com escamas oleosas e amareladas que se colam à cabeça.

Seca – pode corresponder a uma forma mais suave da caspa oleosa ou traduzir apenas um fenómeno natural de descamação. Esta descamação pode resultar de uma renovação mais rápida das células do couro cabeludo, do uso de produtos agressivos e do secador, de fricção excessiva, alimentação pobre em minerais como o zinco e vitaminas como as do complexo B, e ainda em certas gorduras. Comichão, partículas secas, muito finas e brancas que se libertam facilmente são as manifestações mais comuns.

A presença das escamas que se libertam do couro cabeludo é suficiente para causar incómodo e embaraço. No entanto, é possível o controlo da caspa com tratamentos que visam reduzir a oleosidade e eliminar o excesso de células mortas. Qualquer que seja a abordagem, é sempre necessária persistência e paciência:

- Produtos que removem as escamas maiores que estão aderentes;

- Produtos que controlam a multiplicação fúngica;

- Produtos que combatem a inflamação e a comichão.

Sob a forma de champôs e loções, são produtos que se aplicam no couro cabeludo. Para que resultem melhor, há que pôr em prática gestos essenciais:

  • Se o couro cabeludo tem tendência para a oleosidade, lave o cabelo diariamente para prevenir o aparecimento ou agravamento da caspa;
  • Lave o cabelo com água morna a fria;
  • Lave o cabelo com um champô normal antes de aplicar o produto de tratamento: assim remove o excesso de oleosidade e as escamas e activa a circulação;
  • Antes de aplicar o produto de tratamento separe o cabelo por mechas para que o produto seja aplicado directamente no couro cabeludo;
  • Evite o uso de secadores, espumas e lacas, pois podem agredir ou irritar o couro cabeludo, agravando a caspa;
  • Não durma com o cabelo húmido ou molhado;
  • Faça uma alimentação rica em zinco e vitamina B: peixe, marisco, vegetais como alface, couve, cenoura, tomate e frutos como o alperce são bons alimentos.

Fonte: ANF

Alopécia

  Alopecia

 

A alopecia é uma doença capilar que se manifesta pelo aparecimento de zonas "peladas" que, em geral, surgem repentinamente e são bem delimitadas. Sem causa conhecida, já foram considerados fatores de risco o stress e trabalho, a genética e certos problemas patológicos como doenças alérgicas e doenças que causam uma redução das defesas do organismo.

Apesar de não ter grande tradução a nível de sintomas, os problemas psicológicos são frequentes devido à componente estética que está associada a uma boa apresentação do nosso cabelo e barba. Esta maleita pode afetar tanto homens como mulheres, e pode aparecer em qualquer idade. Contudo, é mais prevalente nos jovens adultos.

O tratamento não dispensa a consulta do médico, pois é este que vai determinar a causa e a melhor via de ação para cuidar da alopecia. As formas mais graves da doença são, normalmente, tratadas com o fármaco minoxidil. Este tem diversas apresentações comerciais ou pode até ser produzido em algumas farmácias especializadas, com custo reduzido.

No entanto, pode sempre pedir a opinião do seu farmacêutico, que irá apresentar quais as marcas disponíveis, e ainda aconselhar produtos adjuvantes, para acelerar o crescimento capilar, que vão acrescentar valor à prescrição médica. A duração do tratamento é longa, mas conte com a ajuda da sua farmácia para tornar tudo mais fácil! Informe-se!

Autor:  Dra. Andreia Maymone - Farmácia Químia