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Descongestionar

 Descongestionar

 

Mais do que muco

Um nariz entupido é muito mais do que um nariz cheio de muco espesso: a congestão resulta de uma inflamação da mucosa que reveste o nariz devido à dilatação dos vasos sanguíneos.

Por isso pode ainda surgir dor de cabeça e uma sensação de rosto congestionado. Por ser mais difícil respirar a entrada de ar tende a ser feita através da boca. Gestos simples como comer, beber e falar podem tornar-se desconfortáveis.

São várias as causas possíveis da congestão nasal:

  • Infecções respiratórias - Rinite - Sinusite - Pólipos nasais
  • Anomalias do septo nasal
  • Tumores
  • Álcool e tabaco
  • Presença de corpos estranhos no nariz (mais comum entre as crianças)
  • Uso prolongado de descongestionantes de aplicação nasal
  • Alterações hormonais (gravidez) Nestas situações a congestão só se resolve quando se trata a doença que a provoca.

 

Descongestionar é preciso

Quando há secreções, e se estas são espessas, é necessário torná-las mais fluídas e assim facilitar a sua expulsão. O que, na maioria das vezes, se consegue sem necessidade de recorrer a medicamentos:

  • Assoe o nariz regularmente
  • Beba mais líquidos, mas evite as bebidas com cafeína, pois secam a mucosa nasal e podem agravar os sintomas
  • Respire vapor de água, no mínimo, durante dez minutos no banho, duche ou colocando água bem quente no lavatório
  • Aplique soro fisiológico ou sprays de água do mar, que ajudam a limpar o nariz

No caso dos bebés, utilize um aspirador nasal para remover o muco.Se estas medidas se revelarem insuficientes, ou se o incómodo for demasiado, o alívio dos sintomas pode passar pelo uso de medicamentos: os descongestionantes são os mais indicados.

Estes medicamentos actuam diminuindo o diâmetro dos vasos sanguíneos – efeito vasoconstritor - alargando a passagem de ar e facilitando a saída das secreções.

Existem dois tipos de descongestionantes:

Tópicos: sob a forma de spray ou gotas, aplicam-se directamente no nariz, tendo uma acção mais rápida.

Sistémicos: de administração oral, necessitam de mais tempo e de doses mais elevadas para serem eficazes. Devem ser usados com muita precaução em doentes com problemas cardíacos, hipertensão, diabetes, glaucoma e hiperplasia benigna da próstata.

 

Regras de Ouro

Para optimizar os seus efeitos e minimizar o risco de complicações, o uso dos descongestionantes tópicos deve respeitar duas regras de segurança essenciais: não ultra- passar a dose recomendada nem o tempo de tratamento (no máximo três dias consecutivos).

Como aplicar? Comece por assoar o nariz:

Gotas: recline a cabeça para trás, aplique em cada nari- na e rode a cabeça lentamente para ambos os lados, de modo a que a solução se espalhe pela mucosa nasal; per- maneça nesta posição cerca de 2 minutos após a aplicação, para não haver o risco de as gotas serem engolidas.

Spray: mantenha a cabeça direita e inspire ao mesmo tempo que aplica o medicamento; retire o aplicador da narina antes de aliviar a pressão, de modo a evitar a sua contaminação com secreções. Após a aplicação evite assoar-se.

 

Quando é demais...

O uso excessivo e prolongado dos descongestionantes nasais está associado a um conjunto de efeitos secundários que não deve ser descurado. Podem agravar a congestão nasal, ao invés de a aliviar: é que devido ao abuso geram tolerância e deixam de fazer efeito.

Se sente o nariz congestionado e se assoar-se não é suficiente para obter alívio, não hesite em dirigir-se a uma farmácia. Lá encontra ajuda para identificar as causas da congestão nasal e a opção terapêutica mais adequada. Pode obter igualmente orientação sobre a forma mais correcta de utilizar os descongestionantes. Fale connosco!

Sintomas da Gripe

 Sintomas da Gripe

 

É a visita segura de todos os Outonos e princípios de Inverno. Sempre indesejada, mas praticamente inevitável, a gripe é uma doença respiratória altamente contagiosa provocada por um vírus mutante.

 

Indivíduos com o sistema imunológico enfraquecido

É necessária uma consulta médica imediata se os sintomas persistem por mais de cinco dias ou quando se apresenta:

  • Dificuldades respiratórias
  • Pele com tom azulado
  • Uma nova subida da temperatura
  • A reaparição dos sintomas

 

Pode evitar-se a gripe?

A vacina reduz a incidência da infecção gripal e é particularmente importante para os grupos de alto risco. Um medicamento denominado amantadina pode, por vezes, mostrar-se eficiente a evitar o desenvolvimento de certas estirpes de gripe.

 

Será mesmo gripe?

Os sintomas que sugerem a infecção por meio do vírus da gripe são os seguintes:

  • Febre (mais de 38,5º)
  • Tremuras
  • Tosse
  • Nariz entupido
  • Olhos lacrimejantes
  • Dores de cabeça
  • Mal estar generalizado
  • Dores musculares
  • Fraqueza
  • Suores
  • Inflamação da garganta e do nariz
  • Perda de apetite
  • Náuseas e vómitos.
Gripe e Constipação

 Gripe e Constipação, não!

 

Gripe sazonal. Vacine-se na nossa farmácia!

Este ano, e à semelhança do que aconteceu na época gripal passada, pode vacinar-se contra a gripe sazonal na sua farmácia.

Os farmacêuticos das farmácias que prestam o serviço de vacinação concluíram formação específica, que garante aos utentes toda a segurança e eficácia.

A vacina contra a gripe é de prescrição médica. Com a receita já é possível adquirir e receber a imunização no mesmo momento e no mesmo espaço, com toda a comodidade e segurança.

Setembro marca o início do Outono e, com ele, o início da época gripal. É a partir de agora que o vírus influenza se torna mais activo, a recomendar a vacinação anual de quem é mais vulnerável.

Este vírus beneficia para a sua propagação da proximidade física: é essa uma das explicações para a facilidade do contágio. Basta um acesso de tosse, um espirro ou até a fala para que gotículas de saliva sejam expelidas e, à boleia do ar, alcancem sistemas respiratórios alheios. Se essas gotículas estiverem infectadas num instante espalham a doença. E em pouco tempo uma única pessoa pode infectar muitas outras.

Também o seu curto período de incubação contribui para a perigosidade do vírus: é que uma pessoa pode transportá-lo consigo durante muito tempo, sem saber que está doente mas infectando outras. E as crianças ainda o transportam por mais tempo do que os adultos, o que as torna as principais disseminadoras da gripe.

Além de agressivo, este é um vírus versátil, apresentando-se todos os anos com características diferentes – são as estirpes, que vão evoluindo a cada Inverno a partir das suas origens asiáticas até se manifestarem no ocidente. Nesse percurso, há mudanças que podem ser difíceis de prever.

É pelas vias respiratórias que o vírus penetra no organismo, com a gripe a causar sintomas como febre elevada (superior a 38 ºC), arrepios intensos, calafrios, dores de cabeça e musculares muito fortes, mal-estar generalizado e falta de apetite.

A estes sintomas outros se lhe podem juntar: é o caso da tosse seca, obstrução nasal ou da laringe, rinorreia (pingo no nariz) que começam subitamente e que leva quase sempre o doente à cama .

O período de convalescença da gripe é geralmente prolongado, sendo que usualmente, os sintomas são mais intensos nos primeiros 2-3 dias e atenuam ao fim de 5 dias. A maioria das pessoas recupera após 1 semana porém, a tosse e os sintomas de fadiga podem persistir 2-3 semanas.

Assim se explica que a gripe esteja associada a um elevado absentismo laboral e escolar.

De um modo geral, a gripe é uma infecção benigna, que acontece numa época do ano em que abundam outras infecções respiratórias. Porém, quando ocorrem surtos epidémicos, é responsável por elevada mortalidade, dada a virulência do vírus.

Mas mesmo sem causar grandes prejuízos entre as populações, nos idosos e nas pessoas com doenças crónicas é frequente surgirem complicações como, por exemplo, pneumonia, ou um agravamento da doença crónica existente (ex.: asma, diabetes, doenças cardíacas), podendo levar ao internamento hospitalar.

 

Gripe sazonal: Mais vale vacinar!

Qualquer pessoa pode ter gripe, mas os idosos são mais susceptíveis, sobretudo se já padecerem de outras doenças do sistema respiratório. Apresentam mesmo taxas de hospitalização e mortalidade superiores às da população em geral, estimando-se que 90% das mortes atribuíveis à gripe se verifiquem em indivíduos com mais de 65 anos. Daí que seja a esta faixa etária que se dirige a maior das armas contra a doença: a vacinação. E é sobretudo recomendada se estiverem institucionalizados em lares ou outros espaços colectivos onde o risco de contágio é maior. A Direcção-Geral de Saúde recomenda igualmente a vacinação às grávidas que, em Outubro, estejam no segundo ou terceiro trimestre de gestação e aos doentes, com idade superior a seis meses, que sofram de doenças crónicas cardiovasculares, pulmonares, renais, hepáticas, metabólicas, hematológicas, neuromusculares ou imunológicas. Em comum têm o elevado risco de desenvolverem complicações pós-gripais.

Pessoas com probabilidade acrescida de transmitirem o vírus aos grupos de risco também devem ser vacinadas, nomeadamente coabitantes e prestadores de cuidados a crianças com menos de seis meses e risco elevado de complicações. E ainda pessoal dos serviços de saúde que estejam em contacto com estes grupos.

A vacina contra a gripe sazonal vai estar diponível a partir da 2.ª quinzena de Setembro. A vacina pode ser feita durante todo o Outono/ Inverno.

Actualizada anualmente devido às mutações do vírus, a vacina necessita de cerca de duas semanas para conferir imunidade, mantendo-se a imunização por nove a doze meses. Sem efeitos secundários relevantes, apresenta uma eficácia elevada, ainda que não seja total. Até porque a vacina é feita a partir das estirpes identificadas pela Organização Mundial de Saúde, mas pode haver outras formas virais em circulação. Pelo facto de a vacina não conter o vírus vivo não pode provocar gripe, contudo há que ter em consideração o estado de saúde de cada indivíduo na altura da vacinação.

De qualquer forma, é seguro que a vacina permite reduzir significativamente os episódios de gripe sazonal, a taxa de infecções respiratórias a ela associadas, o número de hospitalizações e a mortalidade global, sobretudo entre os indivíduos mais vulneráveis. E mesmo que a gripe bata à porta ela será certamente mais inofensiva.

Delas só não pode beneficiar quem sofre de alergia às proteínas do ovo, a matéria-prima em que, por assim dizer, as vacinas são incubadas.

Para evitar transmitir a gripe é importante reduzir os contactos com as outras pessoas, proteger a boca e o nariz quando tossir ou espirrar, com um lenço de papel de utilização única ou com o antebraço, e lavar frequentemente as mãos com água e sabão.

A principal medida de prevenção da gripe é a vacinação anual.

Assim, com a vacina disponível no mercado (em Portugal, existem diversas marcas), porquê facilitar?