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Resistência aos antibióticos

 Resistência aos antibióticos

 

Antibióticos: eficazes mas...

Os antibióticos são medicamentos eficazes quando correctamente utilizados no tratamento de infecções causadas por bactérias. E apenas por estas. Doenças provocadas por vírus, como as gripes e constipações, não se curam com a toma de antibióticos. O mesmo acontece com as causadas por fungos e parasitas.

É por serem tão específicos que são medicamentos de receita médica obrigatória: ao dispensar-lhe o antibiótico apenas com receita, o seu farmacêutico está a zelar pela sua saúde e pela saúde da comunidade.

O uso incorrecto dos antibióticos é meio caminho andado para um crescente problema de saúde pública: a resistência bacteriana.

 

... As bactérias tornam-se resistentes

As bactérias são organismos que mudam, com uma grande capacidade de adaptação ao meio, o que significa que, perante a exposição repetida e/ou incorrecta aos antibióticos, algumas tornam-se resistentes à acção destes medicamentos.

São vários os riscos:

  • O antibiótico pode passar a fazer menos ou até mesmo nenhum efeito;
  • Pode ser necessário tomar doses superiores do antibiótico para curar a doença;
  • Eventual necessidade de um antibiótico diferente, mais forte, para obter o mesmo efeito;
  • Possível propagação a outras pessoas das bactérias resistentes, quer no meio hospitalar quer na comunidade;
  • Maior dificuldade em descobrir antibióticos capazes de eliminar estas bactérias;
  • Poderem voltar a surgir doenças graves já consideradas controladas, como a tuberculose e em formas mais graves e difíceis de tratar.

O aparecimento de bactérias resistentes tem várias causas e uma das principais é o uso incorrecto – falhas de tomas, doses inadequadas, interrupção do tratamento. Mas ajudar a prevenir este verdadeiro problema de saúde pública é mais simples do que parece:

  • Tome antibióticos apenas quando receitados pelo médico;
  • Não os tome por iniciativa própria ou por conselho de terceiros e nem tome sobras de tratamentos anteriores – cada caso é um caso, mesmo que a doença pareça a mesma;
  • Respeite as indicações médicas – horários de toma, doses, duração do tratamento;
  • Nunca interrompa o tratamento, mesmo que se sinta melhor – se o fizer, está a reduzir a eficácia do antibiótico e terá de voltar ao início

 

Um bom remédio mas...

Os antibióticos são eficazes no combate a infecções, mas o melhor é preveni-las. Assim não fica doente e não tem de os tomar:

  • Lave as mãos com frequência, esfregue-as bem com água e sabão
  • Lave bem os dentes, principalmente após as 3 principais refeições
  • Cuide da sua higiene diária
  • No caso de feridas, mantenha-as limpas e protegidas até que cicatrizem
  • Certifique-se de que tem as vacinas em dia

 

Doentes de palmo e meio

Os pais querem o melhor para os filhos e, por isso, quando eles estão doentes, querem dar-lhes um antibiótico. Mas, muitas vezes, situações como uma vulgar constipação desaparecem por si, sem medicamentos. Repouso e líquidos podem ser suficientes. Lembre-se: os antibióticos nem sempre são a resposta.

Esta farmácia sabe como o aparecimento de bactérias resistentes constitui uma ameaça para a saúde de cada um e da comunidade. Aqui encontra informação acessível e rigorosa sobre este problema, bem como aconselhamento sobre o uso adequado dos antibióticos e os cuidados a ter para prevenir infecções.

Fonte: ANF

Antibióticos - saber usar

 Antibióticos - saber usar

 

Os antibióticos são medicamentos destinados ao tratamento de doenças causadas por bactérias. Não curam, por isso, infecções causadas por fungos ou parasitas. Nem as provocadas por vírus, como gripes e constipações, embora possam ser indicados para tratar infecções bacterianas associadas.

São, além disso, medicamentos que se tornam perigosos se forem tomados por iniciativa própria: é por isso que necessitam de receita médica. Só com esta é que o seu farmacêutico lhe pode dispensar um antibiótico. É imprescindível garantir a prévia avaliação do médico para ter a certeza que a doença é devida a uma bactéria.

 

Nas suas mãos

Agora que já conhece um pouco melhor os antibióticos, usá-los correctamente está nas suas mãos. Sabe como?

  • Use-os apenas e só quando receitados pelo médico, não os tome por iniciativa própria nem os peça ao seu farmacêutico sem receita do médico;
  • Tome sempre a dose indicada, respeitando o horário das tomas;
  • Não interrompa a toma do antibiótico mesmo que se sinta melhor, as bactérias podem ainda estar vivas, apesar de os sintomas da doença já estarem atenuados;
  • Tome durante o número de dias indicado pelo seu médico. Faça sempre o tratamento até ao fim;
  • Se sobrar medicamento, não o guarde para outra ocasião – entregue na sua farmácia;
  • Não partilhe antibióticos com outras pessoas – cada caso é um caso!

Usar antibióticos quando não são necessários faz com que as bactérias desenvolvam mecanismos que lhes permitem "neutralizar" o efeito do antibiótico, fazendo que, com o tempo, as infecções fiquem mais difíceis de tratar ou mesmo sem tratamento eficaz.

Nesta farmácia sabemos como o uso correcto dos antibióticos é importante não só para a sua saúde, em particular, como para a saúde da comunidade em geral. Aqui encontra uma equipa habilitada a informá-lo sobre as situações em que devem ou não ser utilizados e sobre os cuidados a respeitar para beneficiar destes medicamentos e recuperar rapidamente a sua saúde e bem-estar.

Inverno à espreita

 Inverno à espreita

 

Os vírus são os principais responsáveis pelos problemas de saúde mais comuns no Inverno – gripe e constipação. Estas infecções respiratórias partilham sintomas, mas têm consequências diferentes, pelo que não devem ser confundidas. Distingui-las ajuda a tratá-las de forma mais adequada:

Cosntipação – com início gradual, manifesta-se através de espirros, sintomas nasais (corrimento nasal e nariz entupido), irritação ocular, febre baixa e dores ligeiras, por vezes com tosse e expectoração.

Gripe – com início súbito, febre elevada, dores de cabeça e musculares intensas, nariz entupido, dor de garganta, tosse seca e, só raramente, espirros e irritação ocular. Pode ter como complicações pneumonia ou bronquite.

São também frequentes outras situações no Inverno, caso de problemas na pele e lábios:

Frieiras – reacção anormal da pele ao frio, deixando as zonas mais expostas ao frio avermelhadas, inchadas e com uma sensação de queimadura ou dor.

Cieiro – secura excessiva dos lábios, maçãs do rosto, nariz e dorso das mãos, originando pequenas fissuras, devido ao frio e desidratação da pele. O vento agrava a situação.

 

Um armário à medida

O tratamento dos problemas de saúde próprios do Inverno reside no alívio dos sintomas. E é em função deles que deve estar organizado o armário de farmácia:

Febre e dor – medicamentos antipiréticos e analgésicos.

Congestão nasal – descongestionantes nasais sob a forma de spray ou gotas, que se aplicam directamente no nariz (tópicos) ou de administraçãooral (sistémicos).

Corrimento nasal ou rinorreia – anti-histamínicos (medicamentos para as alergias que ajudama reduzir a quantidade de muco nasal).

Tosse – mucolíticos e expectorantes (facilitam a libertação das secreções próprias da tosse, tornando-as mais fluidas); antitússicos (apenas em casos pontuais e se a tosse for seca e muito incomodativa).

Dor de garganta, rouquidão e afonia – medicamentos anti-inflamatórios, pastilhas com anestésicos locais, rebuçados emolientes.

Cieiro e frieiras – hidratantes, sob a forma de stick, creme ou pomada.

 

Para um uso seguro

Tão importante como estar preparado para actuar sobre os sintomas das doenças mais frequentes nos dias de Inverno é manter os medicamentos em condições que garantam a sua eficácia e segurança do seu uso. É que a saúde também passa pela organização do armário de farmácia. Assim:

  • Deve manter o armário de farmácia ao abrigo da luz, da humidade e das fontes de calor,
  • Deve mantê-lo fechado à chave, para que as crianças não tenham acesso ao seu conteúdo;
  • Os medicamentos devem ser guardados nas embalagens originais, acompanhados do respectivo folheto informativo;
  • Os medicamentos receitados pelo médico devem estar separados dos restantes e os dos adultos separados dos das crianças;
  • O conteúdo do armário deve ser revisto regularmente, de forma a retirar medicamentos que estejam fora de prazo ou de uso, que pode entregar na farmácia no âmbito do serviço Valormed.

 

Com a ajuda dos nossos farmacêuticos

O Inverno deixa-nos mais vulneráveis a um conjunto diversificado de doenças, sendo as infecções respiratórias as mais frequentes. Manter um armário de farmácia bem organizado, com os medicamentos e produtos de saúde mais adequados, é meio caminho andado para viver os dias frios com mais saúde. Nesta farmácia encontra o melhor aconselhamento sobre os cuidados apropriados para prevenir e tratar os problemas de saúde desta altura do ano.

Fonte: ANF