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Inimigos das unhas

 Os inimigos das unhas: nós próprios

 

Tal como os cabelos, as unhas são constituídas por queratina, uma proteína que não é mais do que um derivado de um ácido aminado: a cisteína. Certos tipo de carências, como a falta de zinco, ferro, oligoelementos e vitaminas A, B6 e E, podem significar uma fragilização destas pequenas lâminas córneas. No entanto, o principal inimigo das unhas é a água, ou mais exactamente as variações de hidratação derivadas aos contactos repetidos com a água.

Assim, a primeira medida para evitar as unhas quebradiças, estriadas ou fragilizadas é usar luvas nos trabalhos domésticos. Ao problema da água vem juntar-se o dos detergentes, compostos por elementos químicos agressivos.

 

As Micoses

As onicomicoses são extremamente frequentes. Traduzem-se por um amarelecimento da unha, descolamento, endurecimento ou, pelo contrário, amolecimento, friabilidade ou rugosidade. São particularmente frequentes nas pessoas que são forçadas a mergulhar muitas vezes as mãos na água. Quanto às micoses dos pés, trata-se geralmente do que se designa por pé de atleta, que se apresenta sob a forma de enrugamentos encarniçados e purulentos, situados entre os dedos ou na planta do pé.

Quer se trate das unhas das mãos ou dos pés, as micoses necessitam de um tratamento antifúngico, bem adaptado ao fungo responsável. Não se esqueça que se trata de uma doença extremamente contagiosa. Quando o tratamento local não se mostra suficiente (ou se a matriz da unha já foi atingida, o que significa que poderá vir a cair) existem antifúngicos a tomar por via oral, mas sempre sob prescrição médica. A duração e as modalidades do tratamento devem ser respeitadas à letra, sem o que as recidivas são muito frequentes. A prevenção é, sem dúvida, a melhor solução.

Por isso, deve evitar-se caminhar descalço nos ambientes húmidos, como vestiários, piscinas, saunas ou duches, bem como usar calçado desportivo durante o dia inteiro, sobretudo sem meias. Mudar de sapatos e meias todos os dias, usar meias de algodão, lavar frequentemente os pés e secá-los cuidadosamente são outras medidas preventivas.

 

A Unha Encravada

Na maior parte dos casos, este incómodo problema que atinge principalmente o dedo grande do pé, é devido a um mau corte (em bisel ou em amêndoa). Mas o uso de sapatos muito apertados pode igualmente favorecer a incrustação da unha na carne que a rodeia, provocando uma inflamação dolorosa. Se a dor é moderada, espere que a unha volte a crescer e corte-a como deve ser, em quadrado. Pelo contrário, quando a pele começa a supurar ou se torna encarnada não hesite em consultar uma pedicura.

Não tente resolver o problema sozinho: os resultados são catastróficos na maioria dos casos.

 

Calo Debaixo da Unha

Frequentemente confunde-se o calo debaixo da unha com a unha encravada. O calo é um endurecimento da camada córnea da pele como reacção a um esfregar continuado (sapatos apertados). As consequências são, de certa maneira, muito idênticas às da unha encravada, sendo o risco de infecção o mais grave. Para auxiliar o trabalho da pedicura, é por vezes aconselhável raspar a pequena calosidade que subsiste no bordo exterior com um lápis de nitrato de prata.

 

As Manchas

As manchas escuras (castanhas, encarnadas ou azul-negro) são na maioria dos casos consequência de um traumatismo. O choque provocou um hematoma mais ou menos importante, quer dizer uma pequena mancha de sangue sob a unha. A não ser que se trate de um ferimento grave, a mancha vai avançar à medida que a unha cresce e desaparecer totalmente. Pelo contrário, uma linha negra que não avança ao mesmo tempo que a unha cresce pode ser um melanoma. Não entre em pânico, mas consulte imediatamente o médico. Na dúvida, é sempre preferível fazer retirar cirurgicamente a mancha ou sinal suspeitos.

As manchas brancas não são provocadas por falta de cálcio, mas por vezes de zinco. Na maior parte dos casos devem-se a excesso de trabalho de manicura, que significam agressões repetidas à queratina.

 

Vernizes & Família

As aplicações frequentes de vernizes coloridos provocam o amarelecimento das unhas, uma consequência da deficiente respiração da unha. Convém, assim, escolher uma marca que ofereça fórmulas hidratantes ou fortificantes. Tenha igualmente em atenção o tipo de dissolvente que utiliza. Prefira produtos enriquecidos com matérias gordas à acetona pura. Atenção, também, aos endurecedores. Utilizados com excessiva frequência acabam por tornar as unhas quebradiças. Por último, não se esqueça de aplicar uma base incolor antes de aplicar o seu verniz.

 

Cuidados Básicos

  • Não corte as unhas demasiado curtas;
  • Lime os cantos por forma a deixá-los bem arredondados;
  • Não use sapatos demasiado apertados ou pontiagudos;
  • Evite os saltos altos e a permanência de pé por períodos longos;
  • Use meias pouco apertadas;
  • Mantenha uma boa higiene nos pés;
  • Evite os banhos muito quentes, que relaxam os tecidos da pele que circunda a unha.

 

A Onicofagia

Entrou em stress, está nervoso, está a tentar deixar de fumar. Todos os pretextos são bons para roer as unhas. Além das consequências inestéticas desta mania, a onicofagia não se dá muito bem com a higiene. Se não pode resistir a este impulso, ao menos lave as mãos com grande frequência para engolir o mínimo de micróbios e tenha em atenção as lesões cutâneas se o seu «apetite» se alarga às pequenas peles que circunda a base da unha. São excelentes porta de entrada para os fungos e bactérias, trazendo elas o risco de micoses e de panarícios. Para abandonar o hábito, experimente usar vernizes de gosto abominável ou colocar pequenos pensos sobre os dedos.

 

As Peles Invasoras

Para se desembaraçar das cutículas, essas pelezinhas que circundam a base da unha , é preciso ser paciente...e deixá-las em paz.

Quanto mais as cortamos, mais crescem. Não as retire a não ser quando começam a descolar-se da superfície da pele. Para as eliminar, lenta mas seguramente, é necessário aplicar quotidianamente uma noz de creme hidratante e massajar as mãos e as unhas durante 5 a 10 minutos para que o creme penetre bem no interior da pele. Depois, será preciso esperar pelo menos meia hora para voltar a lavar as mãos.

Fonte: ANF

Roer as unhas - STOP!

 Roer as unhas - STOP!

 

Entrou em stress, está nervoso ou a tentar deixar de fumar. Todos os pretextos são bons para roer as unhas, uma pulsão profunda muito difícil de controlar.

Ligada à ansiedade, a onicofagia, ou seja a mania de roer as unhas, é um problema que afecta homens e mulheres independentemente da sua idade. Não faltam produtos para ajudar quem tiver vontade de se desembaraçar deste hábito. Mas fundamental é mesmo ter vontade de acabar com a mania.

Além das consequências inestéticas desta mania, a onicofagia não se dá muito bem com a higiene. Se não pode resistir a este impulso, ao menos lave as mãos com frequência para engolir o mínimo de micróbios e tenha em atenção as lesões cutâneas se o seu «apetite» se alarga às pequenas peles que circundam a base da unha. São excelentes portas de entrada para os fungos e bactérias, trazendo elas o risco de micoses e de panarícios. Para abandonar o hábito, experimente usar vernizes de gosto abominável ou colocar pequenos pensos sobre os dedos. A onicofagia inicia-se geralmente na infância. Entre os 5 e os 15 anos, metade da população é atacada por este lamentável hábito. Na maioria dos casos, esta mania acaba por evoluir para um simples mordiscar da extremidade das unhas. Em nove de cada dez casos, esta pequena e banal mania desaparece por si própria. Restam dez por cento de indivíduos que continuarão a roer as unhas na idade adulta. Para oito por cento, trata-se de um derivado da ansiedade; apenas em dois por cento dos casos o hábito revela a existência de sérios problemas psicológicos ou psiquiátricos.

 

Uma verdadeira droga

Roer as unhas discretamente pode transformar-se numa verdadeira destruição da unha até à base e, pela repetição, provocar infecções. Neste caso, torna-se necessário fazer alguma coisa para evitar a destruição total da unha. Apenas uma motivação real e profunda pode pôr fim a este automatismo.

A primeira etapa consiste em passar do acto inconsciente de levar a mão à boca a uma tomada de consciência do gesto; aconselha-se, por isso, ao paciente que mordisque qualquer coisa cada vez que tenha consciência de estar prestes a roer as unhas, isto durante um período de três semanas a um mês. Quando uma pessoa se torna consciente do seu gesto, pode substitui-lo por outro, como apertar com força o punho oposto com a ajuda da mão que se preparava para levar à boca.

A segunda etapa consiste em fixar a data para acabar definitivamente com a mania, prazo que deve ser escolhido cuidadosamente. De facto é ilusório querer iniciar um regime ou deixar de fumar ao mesmo tempo, ou, pior ainda, tentar fazê-lo num período de ruptura ou de sobrecarga profissional. O período de férias é de longe o mais apropriado.

 

Ajudas eficazes

Aconselha-se o uso de certos produtos como as loções repulsivas, ou a colocação de pequenos adesivos na extremidade dos dedos, ou de cápsulas (unhas falsas) em acrílico, muito duras e que ajudam à tomada de consciência de que se está a levar a mão à boca. Estas cápsulas, que existem em vários tamanhos, fixam-se por meio de uma cola especial e podem ser limadas para tomarem o formato desejado. Colocá-las exige cerca de uma hora para as duas mãos. Desde que colocadas, resistem à água (mesmo a muito quente) e aos trabalhos do lar. As unhas falsas são geralmente bem toleradas, desde que o seu uso não exceda os três meses seguidos. Em raríssimos casos, podem ser responsáveis pela queda da unha, pelo que se aconselha prudência na escolha dos profissionais que as vão colocar. Por outro lado, as resinas acrílicas podem provocar alergias de contacto ou à distância (pálpebras, pescoço...).

Tomar uma decisão não é difícil, mas mantê-la exige uma vontade férrea!

 

Privação discutível

Não é raro que os dermatologistas se interroguem sobre a utilidade de parar com a onicofagia. De facto, os onicófagos adultos são frequentemente pessoas muito angustiadas. Essa ansiedade vai perdurar e arrisca vir a exprimir-se por qualquer outra forma (tabaco, álcool...), pela necessidade de ingerir grande dose de medicamentos (ansiolíticos...) ou pode traduzir-se por dores de cabeça violentas, até mesmo úlceras estomacais. Em certos casos, é sem dúvida preferível manter esta pequena mania inofensiva, na condição de que não atinja um grau alarmante.

No caso das crianças, os pais não devem inquietar-se com uma simples roedela, mas considerá-la como um comportamento normal, não sendo aconselhável ameçar ou repreender a criança excessivamente. Apenas uma verdadeira onicofagia, arrastando consigo derrames sanguíneos e infecções repetidas deve exigir uma consulta ao dermatologista ou a um psicólogo.

Fonte: ANF

Regras de ouro das unhas

 Regras de ouro para as suas unhas

 

Aqui ficam algumas regras de outro para umas unhas fortes, daquelas que se exibem com orgulho:

  • Não as mergulhe durante muito tempo na água, sobretudo se for com detergente Deixe de roer as unhas: porque ficam feias, revelam as suas angústias e abrem caminho a infecções;
  • Nada de excessos de zelo com a manicura: uma vez por semana é o máximo, o melhor seria de duas em duas semanas e no intervalo deixar as unhas respirar, sem verniz, pelo menos 24 horas;
  • Não abuse das unhas postiças, pois a resina usada para as colar pode ser tóxica para a unha verdadeira;
  • Remova as películas com delicadeza, pois estas finas membranas funcionam como protecção da base das unhas;
  • Alimente as suas unhas com vitaminas A, B e E, bem como ferro: não são precisos suplementos, basta que dê nas suas refeições não se esqueça dos alimentos que contêm estes nutrientes;
  • Se fizer trabalhos manuais como jardinagem use luvas: protege as mãos e com elas as unhas. Proteja as unhas dos pés com calçado confortável.

 

Fonte: ANF